Olá meus amores, tudo bem?! Estou um pouco atrasada com esse post, mas não poderia deixar de compartilhar com vocês sobre a minha viagem para o Chile! Foi uma experiência única, e talvez a melhor da minha vida! Vou contar para vocês como foi o processo até a decisão da viagem, como comprei tudo, como foi a hospedagem, e um pouco mais! Então se você acompanhou meus stories, e fotos do Chile, aqui está o post completo de #JulianaPeloMundo: Viajando para o Chile!

A decisão da viagem veio no fim do ano passado, quando ia se aproximando a data das minhas férias. Eu estava vivendo uma fase nova, me conhecendo um pouco melhor, e então surgiu o desejo de fazer um viagem sozinha, longe da minha rotina, só com minha própria companhia. O desejo de uma viagem internacional já existia, mas sempre com receio do custo alto. Pesquisando alguns países da América do Sul, encontrei muitos destinos super legais, e que caberiam no meu bolso. E um grande ponto positivo em alguns países sul-americanos é que não é necessário visto ou passaporte para o turismo, basta somente apresentar um documento de identidade.

Um país que sempre me chamou atenção foi o Chile, ainda não entendo o porquê, mas algo sempre “queimava” em mim por aquele país. Ao pensar no Chile, a maioria das pessoas se lembra de neve e vinho, mas o país alto e magro vai muito além disso! O país tem crescido cada vez mais, e além das Cordilheiras, ele conta com uma infinidade de pontos turísticos. Apesar de conhecer muito pouco sobre o país, os tantos elogios que ouvi acerca dele me fizeram tomar a decisão de que aquele seria o meu destino. E, para falar a verdade, o que me disseram não era nem 1% de tudo aquilo que eu viria a conhecer!

O primeiro passo foi pesquisar, pesquisei vários sites de passagem e de hospedagem. Foi ai que fiquei conhecendo algo bem legal e econômico, que muitas pessoas não conhecem! O hostel, que é um tipo de acomodação caracterizada pela socialização dos hospedes e os preços acessíveis. Isso se dá porque a maioria das coisas por lá é compartilhada, como os quartos por exemplo. Você pode alugar uma cama em um quarto junto com outras pessoas, podendo ser quarto misto, ou apenas feminino. É possível também alugar um quarto individual para até duas pessoas, e mesmo assim ter um preço mais baixo que do hotel comum. O banheiro pode ser compartilhado ou não, algumas pessoas não gostam pela higiene, mas eu não tive problema algum no hostel que me hospedei. Outro ponto legal, é que você pode cozinhar e fazer suas próprias comidas, pois normalmente eles têm uma cozinha com todos os utensílios. O hostel também tem uma sala de televisão, e uma área de lazer, onde você pode socializar, conversar e conhecer pessoas de vários países. No hostel que eu me hospedei eu conheci pessoas de vários países e com vários idiomas diferentes! Encontrei pessoas da Argentina, Israel, Marrocos, Itália, França, Indonésia e é claro, do Brasil. O hostel que me hospedei é o Chile Pepper, e adorei tudo por lá. Super recomendo!

Fechei tudo pela Decolar, no dia do Black Friday, 7 dias com aéreo e o hostel. E depois disso comecei a pesquisar o que eu ia fazer. Entrei em alguns grupos do facebook, um deles é o “Brasileiros no Chile”, e isso me ajudou muito a conhecer um pouco das coisas de lá. Foi então que conheci a Agência Samba Tour, que faz passeios em grupo em pontos turísticos. A Agência é formada por uma equipe de brasileiros, e isso me trouxe muita confiança, e me ajudou a comunicar bastante. Quem me atendeu foi o Richard, e me ajudou desde 1 mês antes da viagem, até o dia que regressei para o Brasil. Os meus passeios escolhidos foram: Valparaíso e Viña del Mar, Vinícola Hundurraga e este da foto que é Embalse El Yeso (o mais lindo ♥), mas farei um post falando mais sobre os lugares!

Minha viagem foi no dia 2 de janeiro, e eu mal me importei com o ano novo de tanta ansiedade pelo segundo dia do ano. Era uma mistura de ansiedade, animação e, no fundo, um pouco de medo, já que eu nunca havia viajado sozinha. E lá estava eu, embarcando para mais de 1.000 km de distância da minha casa e família!

Chegando lá minha primeira dificuldade foi o espanhol, que apesar de parecer muito fácil e parecido com o português, na prática não é nada disso. Os chilenos falam muito rápido, e as vezes é preciso pedir para “hablar más despacio” para conseguir entender. O problema com o idioma durou apenas no primeiro dia, a partir do segundo eu comecei a me soltar, tentar falar um pouco e perdi a vergonha. Isso me ajudou muito!

Me surpreendi com tudo que vivi durante a viagem. Valeu a pena passar por cima de todo o medo, e ouvir a voz lá no fundo que dizia que essa seria uma viagem e tanto! Vivi coisas que nunca tinha vivido, conheci pessoas legais e lugares maravilhosos! Em breve posto outra matéria com mais dicas do que fazer por lá! 😉

E se quer um conselho, aqui está: Viaje sozinho(a)! Viva essa experiência ao menos uma vez na vida! A melhor companhia que você pode ter, é você mesmo!

Até a próxima meus amores 

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